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A mulher que jurou não ser minha

Descrição

Em A mulher que jurou não ser minha, de João Amaral Júnior, entramos num daqueles romances antigos portugueses que cheiram a papel amarelado dos anos 30/40, com 234 páginas de tensão amorosa, diálogos afiados e aquele clima de Lisboa elegante mas carregado de silêncios que dizem tudo. O protagonista é um daqueles tipos que julgam ter o coração blindado: ele deseja-a loucamente, mas também quer provar que consegue viver sem ela. Ela, por outro lado, é a mulher forte, decidida, que levanta um muro de juras e de altivez exactamente para não cair na armadilha dele. Só que… os encontros inevitáveis acontecem. Os olhares cruzam-se. As palavras cortam como navalhas. E cada “não” que ela diz parece esconder um “talvez” que enlouquece os dois. É um livro cheio de orgulho ferido, de paixão que se disfarça de indiferença, de momentos em que quase se chega lá… e depois tudo desaba outra vez. Há cenas que te deixam com o coração na mão, outras em que apetece abanar os personagens e gritar-lhes: “Digam lá a verdade de uma vez!”

Detalhes

AUTOR:
João Amaral Junior
EDITORA:
Edições Romano Torres
Obs./ Outros dados:
Nenhum detalhe adicional fornecido.
ANO DA EDIÇÃO:
1938
Nº PÁGINAS:
234
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