Não te admires que eu diga: É preciso nascer de novo
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Descrição
Não é um tratado teológico complicado nem um sermão de domingo. É um testemunho cru, quase íntimo, escrito por quem esteve lá dentro, sentiu o peso das instituições e decidiu que precisava de voltar ao essencial: nascer de novo, como pessoa e como crente. Reflexiona sobre o que significa ser livre dentro da fé, sobre o casamento vivido com autenticidade, sobre o desejo de uma Igreja mais próxima do Evangelho e menos presa a formalismos. O Pe José da Felicidade Alves abre o coração. O título já diz tudo, tirado directamente das palavras de Jesus a Nicodemos: «Não te admires que eu diga: É preciso nascer de novo.» Ele conta, com uma sinceridade que corta, as motivações que o levaram a sentir-se como um exilado dentro da própria Igreja. Fala de uma conversão que não é teatro, mas renascimento verdadeiro — aquele que mexe com o casamento, com a liberdade pessoal, com a forma como se vive a espiritualidade sem máscaras nem compromissos mornos.