Deus fez-se menino
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Descrição
Em Deus fez-se menino, Klaus Hemmerle pega no mistério mais louco e bonito da fé cristã – o facto de Deus se ter feito realmente menino, bebé frágil, dependente, chorão, com frio na manjedoura – e não o trata como uma verdade antiga para decorar presépio. Ele fala disso como se tivesse acontecido ontem à noite e ainda nos estivesse a acontecer agora mesmo. Com uma linguagem directa, quase de conversa ao serão, o autor leva-nos a sentir o vertigem desse Deus que não se contentou em ficar grande, poderoso e distante. Resolveu vir cá abaixo, tornar-Se pequeno de propósito, entrar na nossa fragilidade, no nosso cheiro a palha molhada, nas nossas noites sem sono com bebé a chorar. É um texto que não quer convencer ninguém com argumentos pesados. Quer antes acordar uma espécie de espanto terno dentro da gente. Tipo: «Olha lá… e se fosse verdade? E se o Todo-Poderoso achou que a única maneira de nos chegar mesmo ao coração era fazer-se tão pequeno que precisasse de ser mudado de fralda?» Poucas páginas, mas deixam um sabor que demora a passar. Muitos leitores fecham o livro e ficam ali, quietos, com vontade de reler devagarinho, ou de contar a alguém, ou simplesmente de olhar para as crianças à volta e pensar: «Uau… é mesmo por aqui que Deus escolheu passar.»